Para não fazer feio! #2

Vamos continuar com as dicas de Célia Leão e Fabio Arruda!

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6) Crianças no restaurante.
A mistura criança e restaurante combina com luz do dia. "Evite horários noturnos e também os restaurantes muito formais", sugere a consultora Célia Leão. Se levar, os pais conhecem bem os filhos que têm e já sabem o que esperar. "Se é preciso levar um arsenal de brinquedos para entreter a criança, pondere se é tão necessário o filho estar presente nessa ocasião", sugere o consultor. Basicamente, a criança deve ficar sentada à mesa pelo menos na hora de comer, além de mastigar de boca fechada. "O comportamento da criança no restaurante espelha muito bem a educação recebida em casa. Se a mãe sai atrás do filho pelo restaurante para dar a comida na boca, isso deve acontecer em casa", analisa a consultora.

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7) Fura-fila.
O que fazer quando algum espertinho entra na sua frente depois de horas esperando na fila? Apesar de inadmissível, os consultores são unânimes: nada de barraco. "Reclamo educadamente com o próprio fura-fila e, se não resolver, procuro o gerente do local", diz Célia Leão. "Não combata a falta de educação da mesma forma", sugere Fábio.

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8) Cachorros.
É bom tê-los, mas onde metê-los? Há shoppings e restaurantes que admitem cachorros, mas é importante checar as exigências (no colo, com coleira, focinheira). De modo geral, é importante ter em mente que nem todos morrem de amores pelo seu pet como você. Então não queira que convivam com animais de estimação com o mesmo entusiasmo. Para Fábio, é preciso avaliar se é tão essencial levar o cachorro a certos locais. "Se for à casa de um amigo, pergunte antes se pode levar o pet. Eu, por exemplo, vou dizer um não redondo", conta Célia, que tem dois gatos, mas ficam presos na hora de receber visitas. O mesmo pode ser recomendado aos donos de cães, afinal não é todo mundo que gosta de ser recebido com latidos, lambidas e pulos.

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9) Fumo.
O fumante é cada vez mais malvisto socialmente, já que por lei, é proibido fumar em vários locais de uso comum. E, por essa razão, foram criadas áreas destinadas aos fumantes. A consultora Célia Leão é fumante e já elegeu seu fumódromo em casa - a varanda. "Quando recebo visitas que não fumam, também não fumo. Se fumam, peço para irem à varanda. E, na casa de amigos não fumantes, evito o cigarro", diz. É uma questão de bom senso e respeito.

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10) No flagra.
"Peguei o namorado de minha amiga com outra em um restaurante. O que fazer?" Nada, finja-se de morta. "Não conte nem se for sua melhor amiga", aconselha Célia. Isso porque é difícil saber quais são os acordos dos casais, fora que, se fizerem as pazes depois, é você que vai ficar em maus lençóis, e eles numa boa. Fábio lembra o sábio ditado popular: "Em briga de marido e mulher não se mete a colher".

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X.O.X.O & LOOSHO

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